Setor de serviços cai 0,4% em maio por recuo na área de transportes
No acumulado de 12 meses, a alta acumulada é de 2,6%.
© Fernando Frazão/Agência Brasil {"body":{"site":"agenciabrasil","original_id":"1696732","text":" Setor de servi\u00e7os cai 0,4% em maio por recuo na \u00e1rea de transportes. Em 12 meses, alta acumulada \u00e9 de 2,6%, segundo levantamento do IBGE. O setor de servi\u00e7os, que re\u00fane atividades como turismo, restaurantes, sal\u00e3o de beleza, internet e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o (TI), recuou 0,4% em maio, puxado pelo desempenho negativo dos transportes. Segundo a Secretaria da Pol\u00edtica Econ\u00f4mica (SPE) do Minist\u00e9rio da Fazenda, o resultado veio abaixo das expectativas de mercado (intervalo de -0,3% a 0,6%; mediana de 0,0%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, o setor cresceu 0,4%. De janeiro a maio, avan\u00e7ou 1,9% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2025. No acumulado de 12 meses, a alta acumulada \u00e9 de 2,6%. Esse n\u00famero representa redu\u00e7\u00e3o no ritmo de expans\u00e3o, uma vez que em abril estava em 2,9%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Servi\u00e7os, divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Com os resultados de maio, o setor fica 19,6% acima do n\u00edvel pr\u00e9-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 0,5% abaixo do maior n\u00edvel j\u00e1 registrado, que pertence a outubro de 2025. A pesquisa traz dados desde janeiro de 2011. Veja o comportamento do setor nos \u00faltimos meses, comparado ao m\u00eas imediatamente anterior: Maio: -0,4% Abril: 1,1% Mar\u00e7o: -0,9% Fevereiro: 0,1% Janeiro: 0% Freio nos transportes O IBGE aponta que dos cinco grupos de atividades pesquisadas, dois apresentaram queda na passagem de abril para maio. Servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias: 0,2% Servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o: 0% Servi\u00e7os profissionais, administrativos e complementares: 2% Transportes, servi\u00e7os auxiliares aos transportes e correio: -1% Outros servi\u00e7os: -1,9% A queda dos transportes foi o que mais puxou o setor de servi\u00e7os para baixo em maio porque o item tem peso de um ter\u00e7o (33,67%) na pesquisa. De acordo com o analista da pesquisa, Rodrigo Lobo, houve \u201cmenor receita das empresas de transporte a\u00e9reo de passageiros, transporte rodovi\u00e1rio de carga e de log\u00edstica\u201d. Em maio de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 1,3% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior. J\u00e1 o volume do transporte de cargas teve varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,2%. Lobo destaca tamb\u00e9m que os servi\u00e7os \u00e0s fam\u00edlias alcan\u00e7aram o maior patamar desde dezembro de 2014. Para ele, \u00e9 uma resposta a vari\u00e1veis econ\u00f4micas \u201ccomo desemprego baixo, massa de rendimentos elevadas e n\u00edvel de pre\u00e7os controlado\u201d. \u00cdndice de atividades tur\u00edsticas A Pesquisa Mensal de Servi\u00e7os traz ainda o \u00edndice de atividades tur\u00edsticas (Iatur), que recuou 0,4% em maio, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. J\u00e1 em compara\u00e7\u00e3o com o acumulado de 12 meses, h\u00e1 expans\u00e3o de 1,7%. Esses resultados deixam as atividades de turismo 10,8% acima do patamar pr\u00e9-pandemia de covid-19 e 2,5% abaixo do maior n\u00edvel j\u00e1 alcan\u00e7ado, em dezembro de 2024. O Iatur re\u00fane 22 das 166 atividades de servi\u00e7os investigadas na pesquisa e que s\u00e3o ligadas \u00e0 atividade tur\u00edstica, como hot\u00e9is, ag\u00eancias de viagens, buf\u00ea e transporte a\u00e9reo de passageiros. S\u00e3o divulgadas informa\u00e7\u00f5es de 17 unidades da federa\u00e7\u00e3o: Cear\u00e1, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goi\u00e1s e Distrito Federal, Amazonas, Par\u00e1, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte. ","language_code":"pt-br","voice_name":"pt-br-wavenet-b","ssml_gender":"male","pitch":-5.2,"speaking_rate":1.2},"token":"059a3bb3d339921a5c431b060b3595bd7be86591728d58a5808eeda9fbd2e8fb","base_url":"https:\/\/tts-app.ebc.com.br"} Versão em áudio O setor de serviços, que reúne atividades como turismo, restaurantes, salão de beleza, internet e tecnologia da informação (TI), recuou 0,4% em maio, puxado pelo desempenho negativo dos transportes.
Segundo a Secretaria da Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio abaixo das expectativas de mercado (intervalo de -0,3% a 0,6%; mediana de 0,0%).
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o setor cresceu 0,4%. De janeiro a maio, avançou 1,9% em relação ao mesmo período de 2025.
No acumulado de 12 meses, a alta acumulada é de 2,6%. Esse número representa redução no ritmo de expansão, uma vez que em abril estava em 2,9%.
Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com os resultados de maio, o setor fica 19,6% acima do nível pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 0,5% abaixo do maior nível já registrado, que pertence a outubro de 2025. A pesquisa traz dados desde janeiro de 2011.
Veja o comportamento do setor nos últimos meses, comparado ao mês imediatamente anterior:
O IBGE aponta que dos cinco grupos de atividades pesquisadas, dois apresentaram queda na passagem de abril para maio.
A queda dos transportes foi o que mais puxou o setor de serviços para baixo em maio porque o item tem peso de um terço (33,67%) na pesquisa.
De acordo com o analista da pesquisa, Rodrigo Lobo, houve “menor receita das empresas de transporte aéreo de passageiros, transporte rodoviário de carga e de logística”.
Em maio de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 1,3% na comparação com o mês imediatamente anterior. Já o volume do transporte de cargas teve variação negativa de 0,2%.
Lobo destaca também que os serviços às famílias alcançaram o maior patamar desde dezembro de 2014. Para ele, é uma resposta a variáveis econômicas “como desemprego baixo, massa de rendimentos elevadas e nível de preços controlado”.
A Pesquisa Mensal de Serviços traz ainda o índice de atividades turísticas (Iatur), que recuou 0,4% em maio, na comparação com o mês anterior. Já em comparação com o acumulado de 12 meses, há expansão de 1,7%.
Esses resultados deixam as atividades de turismo 10,8% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 e 2,5% abaixo do maior nível já alcançado, em dezembro de 2024.
O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são ligadas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens, bufê e transporte aéreo de passageiros.
São divulgadas informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.
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